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E-mail: robertodms21@gmail.com

Telefone Público: (85) 99269-8906

Descrição

Nossas ações começaram em meados de 2011, mas o grupo Culturafundida nasceu oficialmente em setembro de 2012, a partir de uma ideia que pudesse abraçar todas as outras. No início o grupo resumia-se a José Bernardino e sua esposa Danielly Olimpio, onde realizavam projetos literários como os "Os pés de Limeira", um zine de poesia nordestina inspirado no grande poeta do absurdo Zé limeira. O fanzine traz poesias autorais de amigos e de seus idealizadores. E por fim, o Shouka fanzine, um fanzine com características de mangá, onde são apresentadas duas histórias distintas e um doujinshi, além de uma galeria de desenhos com trabalhos dos autores e até mesmo de fãs. No ano de 2012 o casal se enveredou pelo mundo do teatro ao participar de um curso promovido pela prefeitura. Os novos olhares sobre o mundo da cultura e da arte resultou na criação do grupo Artefato, o qual seria apenas mais um grupo de teatro como qualquer outro, entretanto, a necessidade de criar e buscar novas mídias resultaram em várias ideias que resultaram no que apresentamos hoje como Culturafundida. O primeiro projeto foi na área do teatro foi a peça Didica e Bilica; à procura de um ajudante, onde é explorada a performance circense, mágica, música, dança os jogos educativos. Depois foi na área de audiovisual, através do projeto Cinemaburro, onde a Culturafundida realizou vários projetos de longa-metragem como o filme intitulado "Chacal", depois várias obras voltadas para o regionalismo, como o filme "O encanto de Zé Cutia", "O auto do Cumpade Ciço", "Manoel", que foi exibido no festival de cinema Festcine 2014, e a grande obra "O Cavaleiro da ordem do deserto", adaptação da peça teatral de autoria do próprio grupo para as telonas. O grupo também produziu diversos documentários, dentre eles, o longa "No Ceará dos Grafites", em parceria com a Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, UNILAB. O grupo também realizou diversos eventos musicais independentes como o "Outeiro rock 1, 2 e 3" e o festival "Rock Vive", uma parceria com a Cuspe na cara produções. Com o início da era digital o grupo passou a produzir mais conteúdos voltados para a rede social e streaming, tais como a web série Arre Égua e a minissérie Deadboy, e também videoclipes musicais como "O trapper do interior" e "Ovo de codorna".
No ano de 2020 o grupo mudou o seu nome para Tapioca Radioativa, mas continua com a mesma proposta cultural que já executa desde a sua fundação.

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