Funções

Descrição curta

Produtor e diretor audiovisual, professor de Arte e multiartista cearense, Aladê (Dudu de Logun Edé/Dudu Abreu) cria narrativas que celebram e preservam a Tradição, os Povos Tradicionais de Terreiro e a Cultura Negra. Mestre em Artes pelo IFCE e licenciado em Teatro, atua como servidor público nas escolas do Governo do Estado do Ceará. Iniciou-se na música e no teatro em Fortaleza, com passagens por mostras e festivais no Brasil e na França.

No audiovisual, realiza projetos como De Grão em Grão se Faz a Tradição e Da Forja à Avenida, da pesquisa à direção, conectando ancestralidade, educação e criação artística.

Dados Pessoais

E-mail Público: oduduabreu@gmail.com

Telefone Público: (85) 98424-6959

Endereço: Rua Copérnico 404, Paupina, Caucaia, CE, BR

Estado: CE

Município:

CEP: 60872-596

Logradouro: Rua Copérnico

Número: 404

Complemento:

Bairro: Paupina

Descrição

ALADÊ (Dudu de Logun Edé ou Dudu Abreu) é brasileiro, natural de Fortaleza (CE), produtor cultural, multiartista, professor e criador de conteúdo no segmento religioso de matrizes africanas. Produtor e diretor audiovisual, desenvolve narrativas que celebram e preservam a Tradição, os Povos Tradicionais de Terreiro e a Cultura Negra. Sua obra dá voz e visibilidade a histórias, ritos e manifestações ancestrais por meio de documentários e projetos que registram, fortalecem memórias coletivas e inspiram novas gerações. Entre seus trabalhos, destacam-se projetos como De Grão em Grão se Faz a Tradição e Da Forja à Avenida, atuando da pesquisa e roteirização à direção e produção executiva, sempre em diálogo com comunidades e lideranças de terreiro.

Sua trajetória artística começou na música, ainda na Igreja, quando conheceu a maestra Valéria Vieira e iniciou os estudos de técnica vocal. Cantou em corais de Fortaleza, mantendo trabalho solo em paralelo, com apresentações em barzinhos, festas e cerimônias de casamento. Em 2011, integrou o coral do Instituto Federal do Ceará (IFCE) no Festival Eurochestries, em Pons, França.

Em 2012, iniciou seu percurso no teatro com a estreia da peça Enfeitiçada – A História Secreta de OZ, dirigida por André Gress no Grupo .COM de Teatro. A partir daí, aprofundou os estudos corporais em ballet clássico, sapateado e jazz no Núcleo de Dança Xênia Skeff, onde protagonizou o musical anual da escola, A Lenda, adaptação livre do filme Pocahontas.

Em 2013, estreou o espetáculo Das Coisas que Fazemos Juntos com a Cia. dos Pés Grandes na IX Bienal Internacional de Dança do Ceará, e o infantil Escola de Palhaços com a Cia. Argumento, com ampla circulação pelo estado por mais de um ano, incluindo apresentações em 2014 na Mostra SESC Cariri de Culturas e no X Festival de Teatro de Fortaleza. Em 2015, com o grupo Beco dos Contadores, estreou No Largo do Pixinga, um Concerto Cênico Musical sobre a vida e obra de Pixinguinha, assinando também a direção musical. O trabalho circulou por dois anos por cidades como Fortaleza (CE), Juazeiro do Norte (CE), Crato (CE), Sousa (PB) e outras do interior do Ceará. Em 2017, participou do espetáculo Incompleto — um diálogo entre sapateado e dança contemporânea — em parceria com a Cia. dos Pés Grandes. Teve passagem como professor de sapateado na Academia de Dança Michelle Fontenele (turmas iniciante e intermediário/avançado), estudou técnica vocal com a professora Liane Macedo (método Marconi Araújo) na The Biz – Escola de Artes, integrou a companhia da escola e protagonizou, como Jesus, Godspell – O Musical da Broadway (2018). Atuou ainda como professor de canto na Musiqueria, na Escola de Música Adriano Azevedo e na Uniart, além de ministrar aulas particulares para músicos e cantores de Fortaleza.

Licenciado em Teatro pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE), é mestre pelo Mestrado Profissional em Artes do IFCE, com pesquisa em Teatro que relaciona a cultura Yorubá e as corporalidades ancestrais. Atualmente, é servidor público e professor de Arte nas escolas do Governo do Estado do Ceará, articulando sua prática pedagógica com pesquisas de ancestralidade, cultura negra e linguagens híbridas (cena, música, dança e audiovisual).

Transitando entre a educação, a criação cênico-musical e o audiovisual, Aladê sustenta uma produção comprometida com memória, território e espiritualidade, ampliando repertórios e promovendo reconhecimento, pertencimento e diálogo intercultural.

Vídeos

Galeria

evento entre e Baixar Planilha

Nome:

E-mail:

Tipo:

Mensagem:

Enviando mensagem

Enviando mensagem