Coletivo

Jangu Livre Produções


Funções

Descrição curta

Fundado em 2021, Jangu Livre é um coletivo criativo do Ceará que atua na interseção entre audiovisual, fotografia e educação. Com foco na valorização das culturas negras, periféricas e populares, desenvolvemos produções e formações que conectam imagem, memória e território. A partir de uma perspectiva antirracista e decolonial, realizamos vídeos, coberturas fotográficas e oficinas que fortalecem narrativas potentes e diversas.

Descrição

Fundado em 2021, o Jangu Livre é um coletivo criativo cearense que atua na interseção entre fotografia, audiovisual e educação. Com foco na valorização das culturas negras, periféricas e populares, desenvolve produções e formações que conectam imagem, memória e território, sempre a partir de uma perspectiva antirracista e contracolonial. O coletivo realiza exposições, coberturas fotográficas, oficinas e projetos formativos que fortalecem narrativas potentes e diversas, enraizadas nas vivências de sujeitos e territórios historicamente marginalizados.

No campo da fotografia, o Jangu Livre atuou na curadoria e produção das exposições Ruas sem CEP (2023), de Késsia Nascimento; Nos Olhos do Jaguar (2025), de Thiago Campos; e Baile da Utopia (2025), de Thiago Campos e Késsia Nascimento — mostras que dialogam com territórios, corpos e memórias negras e periféricas a partir da linguagem visual. O coletivo também desenvolve ações de formação e pesquisa, como as oficinas Perspectivas Femininas e suas Po(éticas), que exploram narrativas visuais a partir das vivências de mulheres periféricas; e o projeto Periferia, Exposição e Direito à Cidade, que articula fotografia e audiovisual como ferramentas de disputa simbólica e territorial. Além disso, integrou o Laboratório de Pesquisa em Audiovisual do CCBJ (2024), com a pesquisa Contra-matança: Saberes Anticoloniais.

No audiovisual, destaca-se a co-produção dos filmes Saída para a luz do dia (2022), uma reflexão poética sobre a juventude negra e as encruzilhadas da vida urbana; a cinematografia das ficções PEDRO (2021/22), Em Água Viva (2024) e Alagamento (2024), além do curta Pegada (2025). Atualmente, o Jangu Livre realiza suas produções a partir de uma ampla rede de parcerias com os coletivos As Carolinas – Coletiva de Mulheres Fotógrafas do Ceará, Trio Ternura Filmes, Boca da Mata – Coletivo de Mulheres de Terreiro do Jangurussu, Biblioteca Viva Barroso, Biblioteca Bate Palmas e a Rede de Fotografia de Fortaleza.

Vídeos

Galeria

evento entre e Baixar Planilha

Publicado por

THIAGO CAMPOS

Thiago Campos (30) é fotógrafo, realizador audiovisual, produtor cultural, pesquisador e arte-educador cearense. Atuando desde 2015, desenvolve trabalhos que cruzam fotografia, audiovisual e educação, com foco em narrativas negras e periféricas. Fundador do coletivo Jangu Livre Produções. Atua também como Agente Territorial de Cultura (MinC).

Nome:

E-mail:

Tipo:

Mensagem:

Enviando mensagem

Enviando mensagem